New IV ( 1/2)
Publicado por Lino Cunha em Domingo, 1 de Novembro de 2015
Lino Cunha, também conhecido como " Lino Átila ", é um Cantor Compositor e Poeta. Desde 2014, no projeto musical, Vulto Violeta, foi também co-fundador das bandas, Mortaxe, Noctívagus, The Manifesto. O seu gosto pela poesia aconteceu, quando ao libertar as suas emoções através das palavras, estas adquiriam uma nova dimensão, sempre que eram proferidas em encostas ou vales. Apaixonou-se pela ”poesia sonora “ e todas as suas vertentes, sendo o “ Underground ” a sua principal inspiração.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Nós Cegos ( Inédito)
Nós Cegos
Observo aquela rua
Dizes, era tua
Por nada sofri
Em tempos previ
Dizes, era tua
Entre viagens, estações
Pagas o
preço, ilusões
Entre viagens,
estações
Cais, Tentações
É tua a dor
Na solidão que me abraça
Por entre nós
cegos
Na rua ao fundo
Vislumbro lá fora
Segredos do mundo
Por entre
correntes
Ausente presente
Procuro a
nascente
De um futuro diferente
Lino Cunha ( 2014)
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Vigília ( inédito)
Vigília
Diante de meus olhos
A vigília permanece
Telepatia no olhar
No alvorecer acontece
Cresce a dor em sussurro
Ofuscada pela clarividência
Desprovida de prudência
No jardim da violência
O teu futuro é o meu passado
Jogo estranho por vezes insano
Onde nenhum espelho ajuda a olvidar
O escopo da tua presença por desvendar
A vigília permanece...
Lino Cunha ( 2013)
Vigília
Diante de meus olhosA vigília permanece
Telepatia no olhar
No alvorecer acontece
Cresce a dor em sussurro
Ofuscada pela clarividência
Desprovida de prudência
No jardim da violência
O teu futuro é o meu passado
Jogo estranho por vezes insano
Onde nenhum espelho ajuda a olvidar
O escopo da tua presença por desvendar
A vigília permanece...
Lino Cunha ( 2013)
terça-feira, 15 de setembro de 2015
O Sino ( Inédito)
O Sino
Em luta com escorpiões ao redor do meu peito
Oiço o "tique -taque" da bomba tempo
O perigo a espreitar, o nosso lar, o nosso templo
Um viajante enfrenta o conflito
O adeus sonhador dos corações queimados
Nas sombras da escuridão
Outrora, a dança da paixão
O sino soa…
As paredes movem-se
A palavra voa
Nada é eterno
Não existe chão
Rima saída do inferno
Nunca foi intenção
Lino Cunha (2012)
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Poderia Imaginar ( inédito)
Poderia Imaginar
Poderia imaginar, poderia imaginar
Imaginar, imaginar
Poderia inventar, poderia inventar
Imaginar, inventar
Agora, poderia
Escutar, escutar
Melodias, melodias
Ao luar
Ao luar
Melodias
Poderia
Escutar
Poderia
Melodias
A brisa
Fria mórbida
Toca teu rosto
Sem pavor nem susto
Qual foi
O teu pecado
Templo sagrado
Ando pelas ruas calado
Coragem
Quero estar
A teu lado
Não importa o vento irado
Meu espírito
Em chamas
Diz-me se me amas
Fogo vivo se inflama
Poderia
Imaginar
Belas cores
Esquecendo as dores
Vezes
Sem conta
Navegando na onda
Estrada redonda
Calafrios
Sinto
Quando estás longe
Oiço as preces do monge
Mundo perdido
Nada sei do druida
Diz o sábio em vida
Ando pelas ruas calado
por Lino Cunha (2015)
Curva do destino ( inédito)
Curva do destino
Pode a tristeza durar
Até ao anoitecer
Nada será mais sentido
Não é preciso compreender
Pode a tristeza durar
Até ao amanhecer
Nada será mais sentido
Não é preciso entender
Ausente ou Presente
Segredos que se sentem
Sabias as palavras
Sabias escolher
Sente o calor
Desvanece a dor
Perigoso Caminho
Amigo adivinho
Sente o calor
Desvanece a dor
Procura o abrigo
Sorte em estar vivo
O adeus foi perdido
Na curva do destino
Real ou imaginado
No disfarce sagrado
Acordas no silencio
Do destino abandonado
Procura o abrigo
O adeus foi perdido
Por Lino Cunha (2014)
domingo, 13 de setembro de 2015
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