Posted by Lino Cunha on Domingo, 2 de agosto de 2015
Lino Cunha, também conhecido como " Lino Átila ", é um Cantor Compositor e Poeta. Desde 2014, no projeto musical, Vulto Violeta, foi também co-fundador das bandas, Mortaxe, Noctívagus, The Manifesto. O seu gosto pela poesia aconteceu, quando ao libertar as suas emoções através das palavras, estas adquiriam uma nova dimensão, sempre que eram proferidas em encostas ou vales. Apaixonou-se pela ”poesia sonora “ e todas as suas vertentes, sendo o “ Underground ” a sua principal inspiração.
domingo, 13 de setembro de 2015
Gelar Das Asas
gelar das asas, Live concert, Santiago Alquimista (2010).
Posted by Noctivagus on Domingo, 6 de Setembro de 2015
Gelar Das Asas
A noite cai
Rodeada de vultos
À procura do brilho escuto
Juízos firmados
Na censura inculta
Apenas mentiras
Imperfeita culpa
As mãos seguram
O coração em brasa
Caminhas confuso
Não dás por nada
Dados lançados
Põem-te em guarda
Sinto o gelo a gelar as asas
São flashes que sinto
Ossos a queimar
Flashes que sinto
Sempre a recordar
Não dás por nada
Não dás por nada
Ossos a queimar
Por Lino Átila / música (Noctívagus)
Punhal Celeste
Punhal Celeste
Amordaçado por correntes
Nas nuvens de serpente
Entre grades, entre gentes
Levaram-te
Para a sala dos troféus
Onde te fitaram
Vidas vencidas
Vidas perdidas
E o punhal celeste dançou e riu
E eu, e tu, exorcizas
Aquela imagem
Cá dentro do teu ser
Cá dentro do meu querer
teu crer
Agarras-te minha alma
e não a quiseste largar
E o punhal celeste dançou e riu
Por Lino Átila (1993)
Armadilha Social
Armadilha Social
O ruído incessante sempre a ecoar
O ruído incessante sempre a destoar
Seja espetando o cabelo numa rua escura em Madrid
Ou gritando bem alto nas ruas cinzentas em Berlim
O riso se esconde pelo sistema
O riso se esconde pelo sistema
e a teia sempre em dia
e a teia sempre em dia
O ruído incessante sempre a ecoar
O ruído incessante sempre a destoar
Armadilha social
Armadilha social
Armadilha social
Armadilha social
O ruído incessante sempre a destoar
Seja espetando o cabelo numa rua escura em Madrid
Ou gritando bem alto nas ruas cinzentas em Berlim
O riso se esconde pelo sistema
O riso se esconde pelo sistema
e a teia sempre em dia
e a teia sempre em dia
O ruído incessante sempre a ecoar
O ruído incessante sempre a destoar
Armadilha social
Armadilha social
Armadilha social
Armadilha social
Por Lino Cunha (1986)
sábado, 12 de setembro de 2015
Livro de poesia Marasmo a Cismar
Velhas Promessas
Escuta
Antes e depois
Escuta
Estou de volta
Sem surpresas
Escuta
Alma dorida
Das incertezas
Escuta
As velhas promessas
Escuta
Quebradas foram
Escuta
O velho chamamento
Escuta
Chegou o meu tempo
O teu
Tempo
Antes e depois
por Lino Átila (2008)
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