domingo, 13 de setembro de 2015

Armadilha Social


Armadilha Social

O ruído incessante sempre a ecoar
O ruído incessante sempre a destoar
Seja espetando o cabelo numa rua escura em Madrid
Ou gritando bem alto nas ruas cinzentas em Berlim

O riso se esconde pelo sistema
O riso se esconde pelo sistema
e a teia sempre em dia
e a teia sempre em dia

O ruído incessante sempre a ecoar
 O ruído incessante sempre a destoar

Armadilha social
Armadilha social
Armadilha social
Armadilha social

Por Lino Cunha (1986)

sábado, 12 de setembro de 2015

New I ( Inédito)


Livro de poesia Marasmo a Cismar

Velhas Promessas 

Escuta
Antes e depois 
Escuta 
Estou de volta 
Sem surpresas
Escuta
Alma dorida 
Das incertezas
Escuta
As velhas promessas
Escuta 
Quebradas foram
Escuta
O velho chamamento 
Escuta
Chegou o meu tempo 
O teu 
Tempo 
Antes e depois
por Lino Átila (2008)